Liderança e Inteligência Emocional: uma parceria para o sucesso

06/02/2020

Texto: Equipe TEvolution

Ao falar a famosa frase "Conhece-te a ti mesmo", o filósofo Sócrates provavelmente imaginava que o homem contemporâneo, para exercer a boa liderança, necessitaria de habilidades que iriam além da força e do poder dessa função. Talvez tenha sido um alerta para que possamos desenvolver técnicas para o autoconhecimento, a percepção sobre quem somos e como podemos lidar com os outros, especialmente quando estamos responsáveis pela liderança de uma equipe que busca atingir objetivos.

Mais que chefiar, ordenar, controlar, impor aos seus subordinados, o líder moderno pode - e deve! - fazer uso da inteligência emocional, difundida pelo psicólogo Daniel Goleman, que propõe 06 estilos de liderança:

  • Líder direcionador: Lidera um grupo de seguidores, na medida em que serve de espelho para as ações a serem desenvolvidas na organização.
  • Líder coercitivo: Sabe o momento crítico no qual deve tomar decisões mais enérgicas diante do grupo.
  • Líder autoritário: Tem uma visão empreendedora individualista, para criar um clima de entusiasmo entre os subordinados.
  • Líder maternal: Consegue motivar o grupo por meio de laços afetivos, o que resulta em uma participação coletiva.
  • Líder instrutor: Age como um "coach", buscando tornar os colaboradores bem-sucedidos individualmente.
  • Líder democrático: Cria uma atmosfera de confiança e respeito entre os membros da equipe, por meio do diálogo e do consenso.


"Nem tanto, nem tão pouco". É preciso haver equilíbrio.

Todos esses modelos são importantes e necessários, porém precisam ser dosados, para que o líder alcance os seus objetivos e, consequentemente, os objetivos da organização. Por exemplo: uma atitude de liderança totalmente democrática pode causar prejuízos em um momento de crise, quando a emergência exige do líder uma decisão firme para a resolução de problemas.

Isso mostra ao líder, na prática da liderança - em que novos desafios surgem a todo momento -, o quanto é importante manter o controle emocional, não se deixando ser conduzido pelo instinto momentâneo, comum a todos nós, mas tendo a capacidade de fazer boas escolhas para uma correta tomada de decisões. Para isso é preciso que o líder esteja constantemente se perguntando: "Quem sou eu?"; "O que estou fazendo?", sempre buscando escutar as suas emoções, para atingir o ponto de equilíbrio.

A máxima da filosofia grega volta a lembrar: "Conhece-te a ti mesmo", para se tornar um líder ideal, ou seja, aquele que não é objeto da "inveja", mas sim da "admiração" do seu grupo de liderados. Aquele que serve de inspiração para formar novos líderes com essa capacidade de conhecer bem a si próprio para conhecer melhor o outro.

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